Sua empresa/organização desenvolve ou poda TALENTOS?
Você, certamente já ouviu falar muito sobre a tal inovação, que é preciso inovar, é preciso melhor e tal, Mas, afinal, como funciona isso na prática?
As lideranças relutam, porém precisam entender e praticar eficazmente esse novo conceito, esse processo de Gestão Estratégica de Pessoas, tão exigido no cenário moderno.
Fala-se muito em “inovar”, “reter talentos”, “valorizar o capital humano”, porém nota-se que a grande maioria das lideranças ou executivos se esquecem que é imperativo sair da retórica das teorias e partir efetivamente para a prática das ações, onde cada um projeta-se na realização das suas atividades efetivas.
Falando sobre o fator integração, imaginemos uma organização inserida num ambiente sem perspectivas, bitolado pela falta de comprometimento, engessado pela falta de comunicação e de relacionamento, onde as atividades são realizadas sem nenhum tipo de inspiração ou motivação. Faltando, inclusive, aquele que seria o principal momento de integração: o “Olá, bom dia, bom trabalho”!
Temos que compreender que as barreiras existentes para o exercício da comunicação, motivação para o trabalho e produtividade, entre os colaboradores, precisam ser superadas. Sabemos que muitas são as cobranças por números, metas, prazos e que as lideranças acabam esquecendo o processo humano, as equipes. O ambiente onde são realizadas as tarefas, necessariamente precisa satisfazer a quem às executam. Esse seria o inicio da mudança, gerando satisfação e, conseqüentemente o estímulo à integração e a produtividade.
Voltando a falar sobre “inovação”.
Inovar não consiste apenas em trocar equipamentos, mudar a cor das paredes ou do piso, plantar jardins em torno das estruturas das empresas, etc., mas também e principalmente, é incentivar a criatividade, a proatividade, estimular a busca por novos conhecimentos na educação continuada, quebrar paradigmas, estar preparado para vencer desafios, buscar o novo, aceitar as mudanças, aperfeiçoar a comunicação e o relacionamento. Inovação é ter a convicção de que as empresas/organizações, muito mais do que paredes, estruturas metálicas, máquinas, equipamentos e concreto, são feitas de pessoas.
A pessoa, o ser humano, não pode ser tratado como “recurso” mas sim, como “ativo” extremamente valioso e relevante. A realidade dos processos de modernização e competitividade comprovam que é preciso investir no ativo chamado capital humano, investir no conhecimento como vantagem competitiva e diferenciação.
Atrair e reter talentos está diretamente relacionado à capacidade de liderar pelo exemplo, treinar, motivar e inspirar pessoas a serem melhores do que os líderes. É estimular todo o potencial criativo e inovador do ser humano, transformando satisfação em produtividade e traduzindo em lucratividade, impulsionado por um ambiente saudável e confiável, onde todos ganham por muito mais tempo.
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Prof. José Luiz Mazolini
O Brasil Inteiro Conhece!
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