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De: 11/05/2017 22:23:40Ser mulher em um mundo corporativo tão masculino.

Artigo publicado no CORREIOCAPIXABA.COM

- A conquista da mulher por um espaço no mercado de trabalho remonta ao início do século XIX, quando a sociedade creditava ser o homem o único provedor das necessidades da família, cabendo a esposa a missão de manter o lar na mais perfeita ordem, além de educar os filhos.

O tempo passou e as coisas mudaram. Hoje, contando com o apoio da jornalista Katiuscia Zanatta, coincidindo com as comemorações do “Dia das Mães” e do “Dia Internacional da Mulher”, julgo relevante compartilhar uma conversa franca com quem tem uma trajetória linda sobre a “inserção da mulher no mercado de trabalho”, a Psicóloga, empresária e presidente do Conselho Administrativo da Transpes Logística, a mineira Tarsia Gonzalez, que afirma:

“Eu nunca senti muita diferença convivendo entre meus irmãos, e depois, em uma empresa quase que é 100% masculina. Sempre tive igualdade de condições, talvez pela forma como fui criada ou pela minha própria personalidade.

Sempre vivi irresponsavelmente, como normalmente acontece com os homens. Na minha família, nunca tive homens protetores e cresci tendo que fazer a minha parte, porque logo cedo descobri que nunca teria uma vida de princesinha. Aprendi a jogar bola, a descer a rua de carrinho de rolimã e a andar de bicicleta com os meninos. Subia no telhado, no pé de jabuticaba e tinha poucas meninas no bairro. Mas, quando chegava em casa, gostava de brincar de casinha e de me maquiar.

Sempre fui irreverente e, desde pequena, aprendi a dizer e a lutar pelo que eu queria. Dessa forma, não sentia diferença no tratamento por parte do meu pai ou dentro da família. Entretanto, quando comecei a trabalhar de verdade nesse universo masculino das empresas, apesar de me sair bem das situações, comecei a perceber claramente as injustiças que existem.

Diferenças salariais, deboches desnecessários. Mesmo sendo filha do dono, muitas vezes escutei o que não queria. Até os caminhoneiros mais antigos me tratavam com desdém por eu ser mulher. Meu pai nunca me defendeu, nem mesmo meus irmãos e, ao invés de chorar em cada situação inadequada, fui crescendo na "porrada" e sobrevivi, cada vez mais forte. Mas penso em quantas mulheres acabaram retraídas ou desistindo, porque a pressão é realmente grande.

Mesmo vivendo em um mundo 100% masculino e sendo, às vezes, hostilizada, nunca perdi minha doçura e meu coração maternal. Queria sempre cuidar de quem realmente precisasse e o fazia por instinto. Isso tem um lado bom, porque consegui, com meu jeito, criar alternativas para ir vencendo as barreiras e conquistando meu espaço. Porém, o reconhecimento real nunca chegava.

Tive de brigar muito por meus direitos e, para buscar agregar valor, minha única saída era o conhecimento. Estudar, estudar e ainda achar que nada sei. Falar do passado me faz recordar de inúmeras situações desagradáveis que vivenciei durante minha carreira, por ser mulher. Mas falar do presente me mostra o quanto valeu a pena lutar e hoje, aos 47 anos, ser referência para tantas mulheres e homens em todo Brasil.

Essa semana, fui questionada sobre meu real propósito, e minha resposta foi “fazer diferença na vida de todas as pessoas que passarem por mim”. Mas agora, na antevéspera do Dia Internacional da Mulher, pensando melhor, quero encorajar e empoderar mulheres desse nosso Brasil. Ter a oportunidade de contar um pouco da minha vida como executiva, filha, mãe, mulher, esposa e, quem sabe, de alguma forma, ser incentivadora de todas as mulheres. Mostrar, com minha própria história, que vale a pena lutar”.

Autor:

Prof. José Luiz Mazolini  - *colaboração da jornalista Katiuscia Zanatta

Sobre o autor:

É diretor da Mazolini Consultoria & Marketing, professor universitário, estrategista em marketing & negócios, consultor empresarial e carreira profissional e Palestrante.  www.mazoliniconsultoria.com.br - professormazolini@gmail.com - diretoria@mazoliniconsultoria.com.br.

Artigo publicado no CORREIOCAPIXABA.COM

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